terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Clareando



Vês? As trevas me cercam...
Um palmo a frente, não consigo enxergar!
Tomo de audácia e ousadia.
Passo a passo, a tropeçar

Busco o Claro, busco o Dia!
Minha súplica? De oração tornou-se apelo desesperado!
O desânimo? Fiel companheiro, sempre ao meu lado.

Busco o dia, busco a luz
Deparo-me com a dor, a espada, a cruz
Dia? Claro!
Luz? A mais Clara!

Clareia-me tu, cujos olhos são de luz
Beleza única transposta em versos
Estes, tão lindos, redentores e eternos, como as palavras da Cruz.

Claro Dia? Claro, Clara!
Claro como Maria!
Maria? Claro!
De olhar belo e raro...
Maria Clara... Claro!

[R. Nunes - Em gratidão à Maria Clara Claro]

2 comentários:

Maria Clara de Claro Lira disse...

Nossa... muito obrigado pelo poema! Saiba que sou a unica a ficar grata nesse momento! =D
Muito lindo!

Robson Nunes disse...

Estou me recuperando depois de um longo e obscuro inverno. Onde, enfim, encontrei a prima-vera lendo seus versos... Clareou-me! Espero que realmente tenha ficado bom... e tenha gostado. Abraço!

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